Caruara lança agenda de caminhada de filhotes de tartarugas ao mar
07/01/2026 | 16h01
Divulgação
As tradicionais caminhadas de filhotes de tartarugas ao mar já têm datas definidas, durante o verão sanjoanense. Promovida pela Reserva Caruara, com execução da Fundação Projeto Tamar, a atividade educativa costuma atrair milhares de pessoas e, neste 2026, não será diferente. As caminhadas acontecerão todas as sextas, às 16h30, e aos sábados, às 8h30, de acordo com o nascimento de filhotes, que é acompanhado pela equipe de monitoramento das praias da região. As inscrições para participação já estão disponíveis no site oficial reservacaruara.com.br.
Só na atual temporada reprodutiva, que começou em setembro, já foram identificados 1.900 ninhos e o nascimento de cerca de mais de 13.000 filhotes. Em 17 anos de Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas, são mais de um 1,4 milhão de filhotes somados. Além de identificar, proteger e monitorar cada ninho, o programa também organiza as caminhadas de filhotes abertas ao público, como parte de suas ações de conscientização.
“Chegamos ao momento mais esperado do ano por moradores e turistas que frequentam a Reserva Caruara. A Caminhada de Filhotes ao Mar é uma oportunidade de vivenciar uma experiência única em meio à natureza e, ao mesmo tempo, conhecer sobre o ciclo reprodutivo das tartarugas e as melhores práticas ambientais, durante a atividade. No ano passado, mais de 4.800 pessoas foram impactadas pela agenda oficial e a nossa expectativa é de que esse número cresça ainda mais, neste ano. A ação é uma de nossas principais ferramentas para sensibilizar a população sobre a importância da preservação ambiental”, explica Caio Cunha, gerente da Reserva Caruara.
Aos sábados de janeiro, em conexão com a agenda da Caminhada de Filhotes ao Mar, a Caruara contará com uma exposição de peças produzidas pelas artesãs de São João da Barra, integrantes da Secretaria Municipal de Turismo. Essa iniciativa reforça nosso compromisso socioambiental com a região, a partir do momento em que concilia a geração de oportunidades com o reaproveitamento de material residual e elementos naturais da restinga, agregando valor à arte.
Ainda com foco em educação ambiental, a Caruara conta com outras atividades no período de verão, como a exposição Aves e Encantos, o Circuito Tela Verde com exibição de filmes, a Caça aos Resíduos, as oficinas sustentáveis Restinga em Foco e Restingarte, além de Jogos Ecológicos.
Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas
O Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas é desenvolvido pela Porto do Açu Operações, em parceria com a Fundação Projeto Tamar e as empresas Ferroport, Vast e GNA, com coordenação da Reserva Caruara. Desde 2008, o programa monitora 62 km de faixa de areia, desde o pontal de Atafona, em São João da Barra, até a Barra do Furado, em Campos. A região é área prioritária de desova da espécie Caretta caretta, conhecida como cabeçuda, ameaçada de extinção.
O período de desovas vai de setembro a março. Por isso, quem frequenta as praias da região já consegue ver as estacas usadas pelos monitores do programa para identificação e controle dos ninhos. A orientação para turistas e banhistas é que não interfiram nas demarcações e não trafeguem com veículos nas areias para não compactarem os ninhos. Outro ponto importante é o descarte correto do lixo, já que a interação com resíduos é uma das principais causas de morte do animal.
Fonte: Assessoria
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Inscrições para o concurso da Educação de Campos começaram nesta segunda
29/12/2025 | 16h44
Secretaria de Educação de Campos
Secretaria de Educação de Campos / Foto: Divulgação
As inscrições para o concurso da Educação da Prefeitura de Campos começaram às 16h desta segunda-feira (29). Os interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever no site do Instituto Consulplan (aqui) até as 16h do dia 28 de janeiro de 2026, conforme prevê o edital. Ao todo, são ofertadas 1 mil vagas e  formação de cadastro de reserva. As oportunidades são destinadas exclusivamente a cargos de nível superior do magistério e os vencimentos chegam a R$ 4.200,16, além de gratificações, adicionais previstos na legislação municipal, outros benefícios futuros e possibilidade de progressão na carreira por meio do desenvolvimento funcional.
O certame contempla os cargos de Pedagogo, Professor EAI (Educação Infantil e Anos Iniciais) e Professor EAF (Anos Finais) nas áreas de Artes, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, Geografia, História, Inglês, Libras, Língua Portuguesa e Matemática.
A taxa de inscrição é de R$ 110,00 para todos os cargos. O edital permite que o candidato se inscreva em até dois cargos, desde que as provas sejam aplicadas em turnos distintos, ampliando as possibilidades de participação no concurso.
As provas objetivas de múltipla escolha e a prova discursiva — esta última não aplicada para o cargo de Professor EAF – Libras — estão previstas para o dia 8 de março de 2026 (domingo), em Campos. As informações detalhadas sobre data, horário e local de realização das provas, bem como o cargo escolhido, estarão disponíveis a partir das 16h do dia 2 de março de 2026, por meio do Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI), que deverá ser impresso pelo candidato no site do Instituto Consulplan.
Os candidatos que necessitarem de condições especiais para a realização das provas deverão fazer a solicitação no ato da inscrição, indicando claramente os recursos necessários, além de encaminhar, até o dia 29 de janeiro de 2026, via upload e por meio de link específico, o laudo ou atestado comprobatório (original ou cópia autenticada), conforme orientações do edital.

O concurso também assegura políticas de inclusão. 10% das vagas ofertadas para cada cargo, bem como das que vierem a ser criadas durante o prazo de validade do certame, serão reservadas a pessoas com deficiência, desde que o candidato apresente laudo médico caracterizador, com indicação da espécie, grau ou nível da deficiência, código da Classificação Internacional de Doenças (CID) e provável causa. Além disso, 10% das vagas serão destinadas a candidatos pretos, pardos, indígenas e quilombolas, respeitando a legislação vigente.
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"Lei do Paletó" entra em vigor em todo o estado do Rio de Janeiro
11/12/2025 | 15h34
OAB-RJ fez alerta à categoria sobre nova legislação
OAB-RJ fez alerta à categoria sobre nova legislação / Divulgação
Desde essa quarta-feira (10), está em vigor a flexibilização do traje para advogados prevista na Lei Estadual 10.820/2025, que dispensa o uso de terno e gravata nas repartições públicas do Rio de Janeiro, em razão das altas temperaturas que atingem o estado.

Conhecido como ‘Lei do Paletó’, o texto sancionado em junho deste ano após atuação da Seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) junto à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) determina que a medida vigore no período entre os dias 10 de dezembro e 31 de março de todos os anos, quando as temperaturas estão mais elevadas.

“É importante que a gente faça valer essa conquista da OAB-RJ e que a advocacia saiba que esta lei já está em vigor e é válida em todo o Estado do Rio de Janeiro, em locais públicos, tribunais, cartórios, sem nenhuma distinção. Portanto, esperamos que todos os tribunais cumpram a lei estadual. Afinal, aqueles que estão situados no Rio de Janeiro estão sujeitos à lei estadual”, declarou a presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basilio.

O secretário-geral da OAB-RJ, Fábio Nogueira, também destacou o papel da Alerj no atendimento à demanda da advocacia:

“Precisamos agradecer a Alerj também, que foi sensível ao nosso pleito. É uma conquista fundamental para o bem-estar de toda a classe nesta época do ano”.
Fonte: Assessoria
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Porto do Açu e empresa holandesa anunciam 1ª dragagem com biocombustível
02/12/2025 | 16h29
Porto do Açu
Porto do Açu / Divulgação
O Porto do Açu, localizado em São João da Barra, e a Van Oord, empresa holandesa especializada em obras marítimas responsável pela dragagem de manutenção do complexo portuário, anunciaram nessa segunda-feira (1º) uma parceria para colaboração em diversas iniciativas sustentáveis, incluindo a utilização de biocombustível na dragagem dos canais de acesso.
A expectativa é que, a partir de 2026, as operações já sejam abastecidas com o combustível renovável HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), conhecido como diesel verde, em uma iniciativa inédita no país.
"A parceria reforça nosso compromisso de liderar a transição energética no setor portuário brasileiro, com a adoção de soluções que preparem o país para novos padrões ambientais. Estamos contribuindo com os esforços globais de redução das emissões de carbono e promoção da energia sustentável", afirma Vinicius Patel, diretor de Administração Portuária e Serviços do Porto do Açu.
As dragas da Van Oord já atuam na manutenção dos canais do Porto, e a nova etapa prevê que os motores passem a operar com biocombustível. A medida irá reduzir as emissões de carbono e contribuir para os objetivos de descarbonização de ambos.
"Essa ação fortalece as operações da Van Oord no Brasil e demonstra o potencial dos combustíveis renováveis na redução das emissões nas atividades marítimas, contribuindo para o avanço da descarbonização no setor portuário", afirma Tim Helbo, Diretor Américas da Van Oord.
Fonte: Assessoria
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Dia D do Abacaxi em São Francisco destaca força produtiva do Norte Fluminense
01/12/2025 | 11h13
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O Dia D do Abacaxi reuniu produtores, técnicos e pesquisadores no último sábado (30), na localidade de Imburi, São Francisco de Itabapoana. O evento foi realizado pela Associação dos Produtores de Abacaxi, APRA - Rio, que reúne a cadeia produtiva da fruta no Norte Fluminense. O encontro contou com apoio da Emater-Rio, Uenf e Embrapa, uma oportunidade que promoveu debates sobre produtividade, novas variedades, desafios e os avanços para a criação da Indicação Geográfica (IG) do abacaxi da região.

Para o presidente da APRA-Rio, Heraldo Meirelles, a produção de abacaxi vive um momento de crescimento, o que só pode ser realizado com apoio de pesquisas importantes da Uenf e também da Embrapa. A associação existe há pouco mais de um ano, principalmente por meio dela, as modificações do campo vão repercutir na economia.

“Vivemos um momento único. Duas variedades já foram lançadas e outras estão prestes a chegar ao produtor. São plantas mais resistentes, que ajudam a enfrentar doenças como a fusariose e garantem mais produtividade. O objetivo é oferecer um abacaxi que atenda a diferentes públicos, mais doce, mais ácido ou mais firme”, afirmou. Ele reforçou ainda a importância do atendimento técnico.

“Quem trabalha no campo segue orientação séria. Produzo orgânico por estratégia de mercado, não por acreditar que o convencional faz mal. O que precisamos é de um manejo correto e informação qualificada”, completou Heraldo.

O Rio de Janeiro está entre os quatro maiores produtores de abacaxi do país. São Francisco de Itabapoana se destaca nacionalmente, enquanto Campos dos Goytacazes, Quissamã e São João da Barra formam, junto com ele, um dos maiores territórios contínuos de produção do Brasil. Segundo a Emater, a área cultivada no estado pode chegar a quase 12 mil hectares.

A padronização dos processos e a necessidade de dados atualizados foram reforçadas pelo professor Paulo César Santos, da UFES, que iniciou seus estudos sobre a cultura no Norte Fluminense há dez anos pela UENF. Para ele, a construção da IG depende de uma leitura precisa da realidade produtiva.

“Os dados oficiais muitas vezes não refletem o campo. Se considerarmos perdas de até 50% por doenças, não podemos trabalhar com médias desatualizadas de 20 mil frutos por hectare. Já temos produtores superando 30 mil. O IG precisa se apoiar em números reais para fortalecer a identidade territorial”, explicou Paulo.

Pesquisadores da Uenf e da Embrapa também destacaram o avanço da produtividade com o uso de variedades mais resistentes, manejo nutricional adequado e técnicas de adensamento, fatores que elevam o percentual de frutas de primeira, o que reflete diretamente na rentabilidade do produtor.

O pesquisador da Embrapa, Raul Castro, ressalta o papel da organização social na sustentabilidade da cultura. “A união dos produtores em São Francisco é animadora. A associação fortalece o trabalho das mulheres, cria oportunidades para os jovens e amplia o acesso a recursos. Onde há renda, o agricultor permanece e prospera”, afirmou.

O IG exige padrões técnicos, rastreabilidade e decisões coletivas. “Abacaxi do Norte Fluminense”, é um selo que garante qualidade, autenticidade e origem da fruta produzida no território. A iniciativa fortalece o produtor, reforça o vínculo cultural da atividade e reconhece a tradição da região na produção do abacaxi.

“A associação será a guardiã da marca. A IG envolve custos, normas e escolhas estratégicas que só fazem sentido quando tomadas de forma conjunta. Um produtor isolado não tem a mesma força que um CNPJ organizado”, explicou Paulo César.

Além dos ganhos produtivos e econômicos, pesquisadores apontaram que a IG amplia o potencial do turismo de experiência, agregando valor ao território. Com o selo, propriedades poderão promover vivências de colheita, degustações, visitas guiadas e roteiros gastronômicos ligados ao abacaxi. A paisagem agrícola, as histórias de família e o modo tradicional de plantar passam a ser, também, atrativos turísticos, ampliando oportunidades para agricultores familiares, mulheres rurais e jovens que desejam permanecer na atividade.

O produtor Neivaldo da Silva Macedo, foi o anfitrião do encontro e um dos primeiros a adotar a variedade Imperial no município. Com quase 20 anos de experiência, ele testemunha a evolução da cultura e acredita que a associação pode trazer muitos benefícios para os produtores de abacaxi.

“Hoje, aqui na propriedade a expectativa é colher até 33 mil frutos por hectare. Há alguns anos a realidade era outra. O abacaxi passou por períodos difíceis, mas de 2015 para cá a cultura ganhou força, o consumo aumentou e o manejo ficou mais técnico. É uma atividade que agrega valor e recompensa quem sabe conduzir bem”, finalizou o produtor.

Com pesquisa, organização produtiva, turismo rural e identidade territorial caminhando juntas, o Norte Fluminense consolida o abacaxi como uma das culturas mais estratégicas e promissoras da fruticultura brasileira. (A.N.)
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Exposição na UFF exalta personalidades negras de Campos e do Brasil
24/11/2025 | 16h43
Polo da UFF em Campos
Polo da UFF em Campos / Reprodução rede social
A exposição “Personalidades negras brasileiras que você precisa conhecer” terá início nesta quarta-feira (26), às 13h, no polo da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Campos, que fica na rua Santiago Carvalhido Filho, 85, no Centro. Com o objetivo de valorizar as trajetórias de vidas e lutas das lideranças negras de Campos e do Brasil, a mostra será realizada até o dia 18 de dezembro na tenda do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional da UFF.
A proposta é idealizada pela professora adjunta Luane Bento dos Santos, do Departamento de Ciências Sociais da UFF, por estudantes do curso de licenciatura e bacharelado em Ciências Sociais que participam dos projetos de ensino “Aquilombar na formação docente: a escrita de intelectuais negros e indígenas nas Ciências Sociais”; projeto de extensão “Cine Egbé: o cinema negro vai às escolas”; e do projeto de iniciação científica “Trajetórias de Vidas e Lutas das Lideranças Negras de Campos dos Goytacazes”.
Com a exposição, os organizadores buscam celebrar as histórias, lutas, vitórias e a intelectualidade de pessoas negras que marcaram — e ainda marcam — a história local e nacional.
"Através de imagens e trajetórias inspiradoras, convidamos você a reconhecer, valorizar e se orgulhar das lideranças negras que construíram caminhos, abriram portas e seguem iluminando novas gerações.
Um encontro entre passado e presente, onde vozes históricas dialogam com artistas, estudantes, educadores e militantes de hoje", destaca a organização do evento. 
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Governo do Estado promove seminário sobre os avanços da ZPE do Açu
19/11/2025 | 15h33
Divulgação - Codin
A Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) promoverá, no dia 27 de novembro, o seminário “ZPE do Açu: Avanços e Oportunidades”, reunindo especialistas e representantes dos governos federal, estadual e municipal para debater os progressos e as perspectivas da implantação da Zona de Processamento de Exportação do Açu.
O encontro será realizado às 17h, na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), e integra a agenda do Governo do Estado voltada ao fortalecimento da competitividade e à ampliação das oportunidades para a indústria fluminense.
— O projeto da ZPE do Açu é estratégico para o desenvolvimento do Rio de Janeiro e representa um passo importante na modernização e integração da nossa estrutura produtiva — afirma o presidente da Codin, Fábio Picanço.
As inscrições para o seminário são gratuitas e podem ser realizadas pelo link https://forms.gle/F21qY1LnXTDbaZez9 ou pelo portal da Companhia: www.codin.rj.gov.br.
Prevista para o município de São João da Barra, a ZPE do Açu está inserida em um ambiente de negócios com infraestrutura portuária, retroárea industrial e conexões logísticas de grande capacidade, fatores que ampliam o potencial de escala produtiva e integração com mercados globais.
Fonte: Governo do Estado
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Porto do Açu lança segunda turma do "Portodos Jovens"
05/11/2025 | 12h17
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O Porto do Açu lançou mais uma turma do "Portodos Jovens", uma jornada de aprendizagem que acompanha o jovem sanjoanense por 4 anos, a partir da finalização do 9º ano do Ensino Médio – uma parceria com o Instituto Federal Fluminense (IFF) e a Prefeitura de São João da Barra.

Depois de capacitar dez jovens na estreia do programa, no ano passado, a empresa que administra o complexo portuário deu início à capacitação de mais dez estudantes, nesta quarta-feira (5). O objetivo da ação é impulsionar a qualificação do aluno, com dois anos de parte teórica junto ao IFF e mais dois anos de prática e mentoria no Açu, na experiência como jovem aprendiz e estagiário.

“O 'Portodos Jovens' é um programa que já deu certo e, felizmente, caminha para sua segunda turma. É através dele que materializamos nosso compromisso com o desenvolvimento da juventude local e nos consolidamos como vetor de transformador social. O foco é criar oportunidades para que o jovem se desenvolva junto com a gente, abrindo portas para muitos deles no mercado portuário”, explica Viviane Menini, gerente de Recursos Humanos da Porto do Açu Operações.

A primeira edição do 'Portodos Jovens' contou com a mobilização de 500 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental de 12 escolas de São João da Barra. O desafio inicial da empresa foi estimular o interesse dos estudantes pelos cursos técnicos oferecidos pelo IFF, para que eles possam participar da jornada completa.

Nesta segunda edição, foram convidados mais de 200 estudantes do IFF dos cursos de Transporte Aquaviário, Eletromecânica e Petróleo e Gás para participarem da Trilha de Desenvolvimento. Entre os mais de 60 participantes do processo seletivo, os 10 jovens que mais se destacaram começaram, hoje, como Jovens Aprendizes, com direito à bolsa auxílio e mentoria nas instalações do complexo portuário. A fase seguinte será o Programa de Estágio.

A estudante Luciana Lopes, que passou pela primeira turma, conta como tem sido a jornada de aprendizagem: “Integrar o time do Porto do Açu tem sido uma experiência única, marcada de momentos emocionantes e curiosos. Tenho tido a oportunidade de estar em lugares incríveis, ao lado de pessoas mais incríveis ainda, absorvendo o máximo de conhecimento possível”, pontuou.
Fonte: Assessoria
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Portos do Açu e de Antuérpia-Bruges assinam carta para criação de corredor verde de e-combustíveis
04/11/2025 | 16h20
Kristof Waterschoot, CEO do Porto de Antuérpia, e Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu
Kristof Waterschoot, CEO do Porto de Antuérpia, e Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu / Divulgação
O Porto do Açu e o Porto de Antuérpia-Bruges assinaram nessa segunda-feira (3) uma carta de intenções para a criação de um corredor marítimo verde entre Brasil e Europa, com potencial para se tornar a primeira grande rota de exportação de e-combustíveis do mundo. O objetivo é que o corredor esteja em operação antes de 2030.
O acordo é resultado de um estudo de pré-viabilidade desenvolvido pelo Rocky Mountain Institute (RMI) e Global Maritime Forum (GMF), apresentado durante o Oceans of Opportunity Summit, no Rio de Janeiro. O evento reuniu líderes do setor portuário, marítimo, energético, financeiro e governamental para discutir a agenda de descarbonização marítima do Brasil.
“Trabalhamos para que o Porto do Açu seja um hub global de exportação de combustíveis marítimos de emissão zero, estrategicamente posicionado para conectar a produção brasileira à crescente demanda europeia por soluções de baixo carbono. A criação do corredor reforça nossa estratégia de ser o porto da transição energética no Brasil”, afirma Rogério Zampronha, CEO da Prumo.
O Porto de Antuérpia-Bruges, um dos maiores hubs industriais da Europa, projeta a importação de 6 a 10 milhões de toneladas de amônia verde por ano até 2030, equivalente a 1,2 a 1,5 milhão de toneladas de hidrogênio verde. Essa demanda de mercado pode ser atendida pela produção brasileira, incluindo a prevista para o hub de hidrogênio e derivados do Porto do Açu.
“A parceria com o Porto de Antuérpia-Bruges mostra o poder da cooperação internacional e como podemos contribuir para uma economia marítima sustentável e circular. O Açu é um ecossistema que entrega resultados reais, com disponibilidade de energia e um modelo de porto privado que garante agilidade, eficiência e os mais altos padrões ESG”, completa Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu.
De acordo com o estudo de pré-viabilidade, o corredor Açu-Antuérpia oferece vantagens comerciais: a operação dos navios pode se aproximar da paridade de custos com combustíveis convencionais com os novos incentivos da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês); a infraestrutura necessária já foi mapeada, incluindo terminais, protocolos de segurança e requisitos regulatórios; e há viabilidade comercial para atender à demanda europeia com baixo risco de compliance.
“A parceria com o Porto do Açu é um marco na construção de um corredor transatlântico de energia verde. Juntos, estamos preparando os primeiros fluxos de importação de amônia verde do Açu para Antuérpia-Bruges, impulsionando uma economia marítima verdadeiramente sustentável e circular”, comenta Kristof Waterschoot, CEO do Porto de Antuérpia-Bruges Internacional.
O mapeamento também destaca que o Brasil possui condições competitivas para se tornar um dos maiores produtores globais de e-combustíveis, impulsionado por sua matriz elétrica predominantemente renovável, políticas públicas para o setor e baixo custo de capital. Além disso, a implementação do IMO Net Zero Framework, que pode começar já no próximo ano, e políticas europeias como FuelEU Maritime e Emissions Trading System (ETS) devem criar incentivos adicionais para combustíveis de emissão zero ou quase zero. O setor marítimo é responsável hoje por cerca de 80% do comércio mundial em volume e por aproximadamente 3% das emissões globais.
“O Brasil tem os recursos para liderar o mundo em combustíveis marítimos sustentáveis e competitivos. Possui ótimas energias renováveis, carbono natural, uma indústria de recursos naturais próspera e conectividade que o tornarão uma potência global na próxima economia de energia e o posicionarão como líder para nos levar até lá”, destaca Jon Creyts, CEO da RMI.
“O setor marítimo tem a chance de ser um líder na transição energética global, especialmente porque pode ajudar a criar um mercado para os e-combustíveis. O corredor verde entre o Porto do Açu e Antuérpia-Bruges é mais do que uma rota comercial que pode estimular esse mercado; é um símbolo do que podemos alcançar por meio de uma ação climática coordenada e de uma liderança estratégica. Estamos apenas começando a explorar os vastos ‘Oceanos de Oportunidades’ que surgem quando inovação, políticas públicas e liderança se unem em prol de um futuro descarbonizado”, aponta Johannah Christensen, CEO do Global Maritime Forum.
Hub de hidrogênio do Porto do Açu
O Porto do Açu tem consolidado sua posição como um importante polo de produção de hidrogênio de baixo carbono e combustíveis limpos. Em apenas um ano, a primeira área licenciada, abrangendo 1 milhão de metros quadrados, foi totalmente destinada a projetos focados na exportação de amônia verde e e-metanol para mercados internacionais. O licenciamento ambiental para mais 4,5 milhões de metros quadrados está em andamento para atender à crescente demanda de investidores no Porto.
Até o momento, cinco desenvolvedores internacionais garantiram seis reservas de terrenos dentro do hub de hidrogênio e Derivados do açu, reforçando o papel do porto como porta de entrada do Brasil para a produção e exportação em larga escala de combustíveis sustentáveis.
O próximo passo do corredor Açu-Antuérpia será um estudo de viabilidade completo, que detalhará custos, contratos de offtake, disponibilidade de navios e motores compatíveis, e a estrutura financeira do projeto, combinando incentivos da IMO, programas brasileiros e políticas europeias.
Fonte: Assessoria
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Reserva Caruara e Inea firmam acordo para projetos de educação ambiental
28/10/2025 | 15h39
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A Reserva Caruara e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para o desenvolvimento de projetos de educação ambiental na região Norte Fluminense, com foco nos municípios de Campos dos Goytacazes e São João da Barra.

“Estamos honrados de celebrar este acordo com o Inea. A Reserva Caruara, além de ser a maior RPPN do Estado do Rio de Janeiro, reforça com este acordo sua atuação no território, ampliando as ações de educação ambiental relacionadas à biodiversidade do ecossistema de restinga em toda a região Norte Fluminense”, destaca Caio Cunha, gerente da Reserva Caruara.

A parceria prevê o intercâmbio de informações e a elaboração conjunta de projetos e atividades voltadas à educação ambiental da população local, promovendo maior integração entre duas unidades de conservação, a Reserva Caruara, administrada pela Porto do Açu Operações, e o Parque Estadual da Lagoa do Açu (Pelag), sob gestão do Inea. O acordo tem validade de dois anos e pode ser prorrogado.
Fonte: Assessoria
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