Viagens de Castro e presidente do TJ podem levar Guilherme Delaroli ao posto de governador por uma semana
Com a viagem do governador Cláudio Castro (PL) para a Europa, prevista para esta quarta-feira (28) e com retorno em 8 de fevereiro, abrirá caminho para que Guilherme Delaroli (PL) assuma o Palácio Guanabara por cerca de uma semana. O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) alçará o Palácio Guanabara por conta de outra viagem, do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, o desembargador Ricardo Couto.
Por conta das viagens de Castro e Couto, foi feito um acordo para a transferência temporária do governo para Delaroli. Durante este período, a deputada Tia Ju (Republicanos), que é a segunda vice-presidente, assumirá a Casa Legislativa fluminense, posição já ocupada por ela em junho de 2025.
A chegada de Delaroli ao comando do Rio, mesmo que por sete dias, é resultado da confusa linha sucessória do estado do Rio. Com a renúncia de Thiago Pampolha, vice-governador, e o afastamento de Rodrigo Bacellar (União Brasil) da presidência da Alerj por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o comando ficaria com o desembargador.
Em meio à movimentação para eleição de governador-tampão, Ricardo Couto tem demonstrado resistência à possibilidade de assumir o governo em caráter prolongado, caso Castro renuncie para disputar uma vaga no Senado, segundo O Globo. O PL tenta viabilizar possibilidades jurídicas para viabilizar Delaroli como governador no lugar de Ricardo Couto, caso Castro renuncie para a disputa ao Senado. Assim, o desembargador teria que se afastar novamente.
Por conta das viagens de Castro e Couto, foi feito um acordo para a transferência temporária do governo para Delaroli. Durante este período, a deputada Tia Ju (Republicanos), que é a segunda vice-presidente, assumirá a Casa Legislativa fluminense, posição já ocupada por ela em junho de 2025.
A chegada de Delaroli ao comando do Rio, mesmo que por sete dias, é resultado da confusa linha sucessória do estado do Rio. Com a renúncia de Thiago Pampolha, vice-governador, e o afastamento de Rodrigo Bacellar (União Brasil) da presidência da Alerj por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o comando ficaria com o desembargador.
Em meio à movimentação para eleição de governador-tampão, Ricardo Couto tem demonstrado resistência à possibilidade de assumir o governo em caráter prolongado, caso Castro renuncie para disputar uma vaga no Senado, segundo O Globo. O PL tenta viabilizar possibilidades jurídicas para viabilizar Delaroli como governador no lugar de Ricardo Couto, caso Castro renuncie para a disputa ao Senado. Assim, o desembargador teria que se afastar novamente.
Com informações de O Globo.