Escola vencedora no carnaval de São Paulo foi fundada por campistas
20/02/2026 | 07h57

A Mocidade Alegre, campeã do Carnaval 2026 em São Paulo, chegando ao 13º título de sua história, foi criada por campistas que foram morar na capital paulista nos anos 50.
O nome Mocidade Alegre foi inspirado na Mocidade Louca, a agremiação carnavalesca de Campos pela qual os irmãos Juarez, Salvador e Carlos Cruz, fundadores da escola paulista, torciam.
Os irmãos criaram um bloco, que, anos depois, se tornou a Escola de Samba Mocidade Alegre.
A agremiação terminou em 4º lugar em 2025 e voltou ao topo este ano exibindo um desfile marcado por forte impacto visual.
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Onde estão os políticos?
16/02/2026 | 08h53
 
Da série Rir Faz Bem:
No amanhecer de uma noite escura, voltando de uma carreata pelo interior, um dos ônibus, com muitos políticos, sai da pista, capota duas vezes e cai em uma vala numa fazenda.
O fazendeiro acorda assustado e vai ver o que aconteceu. Ao se deparar com aquela terrível visão, rapidamente começa a cavar um buraco, aonde enterra os corpos.
Alguns dias depois, um investigador bate a sua porta e faz várias perguntas sobre o acidente.
— E onde estão os políticos?
— Eu enterrei eles naquela cova ali!
— Mas estavam todos mortos? - questiona o policial.
— Bem... alguns diziam que não... mas o senhor sabe como os políticos são mentirosos!
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Motos possantes disputam velocidade na Av. 28 de Março
13/02/2026 | 17h23

Uma disputa pela velocidade com motos caras, envolvendo máquinas de luxo, está rolando nas noites e madrugadas em Campos.
As motos são de alto desempenho e correm com o escapamento aberto. O barulho é ensurdecedor.
O chamado rolezinho de Natal, envolvendo motos de 125 cilindradas, mesmo em maior quantidade, não gera tanto estrago à lei do silêncio.
Ultimamente, potentes máquinas dividem, por exemplo, a pista da Av. 28 de Março entre idas e vindas.
É torcer para que a moda cesse. E que não seja pelo pior que pode acontecer...
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Pesquisas de intenção de voto manipuladas vão pipocar este ano
12/02/2026 | 16h40

O ano é de eleições. E já começam a pipocar pesquisas de intenção de votos na corrida à Presidência da República e mesmo ao governo do estado do Rio de Janeiro.

Sim, porque pesquisas, com os resultados inseridos na propaganda eleitoral, viraram um instrumento importante para influenciar o eleitor a optar por esta ou aquela candidatura.

É verdade que nem sempre as pesquisas pesam no balanço final, ou seja, no resultado das eleições. Vale lembrar da disputa em Campos para a Prefeitura em 2004, vencida por Carlos Alberto Campista.

Naquelas eleições, surgiu na cidade o Instituto Precisão. Contratado pelo grupo liderado por Anthony Garotinho, o órgão, em todos os trabalhos, sinalizava para uma vitória de Geraldo Pudim.

O resultado todo mundo sabe. Carlos Alberto Campista venceu a disputa, com Pudim, o candidato de Garotinho, ficando em segundo lugar. O mandato de Campista acabou cassado pela Justiça Eleitoral.

Uma nova eleição para a Prefeitura foi realizada em 2006. E mais uma vez o Instituto Precisão entrou em ação. Sinalizava para uma vitória de Pudim. Mas quem venceu foi o médico Alexandre Mocaiber.

Daí que, seja em Campos, ou em qualquer outra cidade, o eleitor precisará novamente não acreditar em qualquer pesquisa. Sobretudo nas que são feitas por órgãos sem histórico na realização de tal trabalho.

O primeiro passo, para atestar uma pesquisa, e dar-lhe credibilidade, é saber quem a realiza. E dependendo de quem encomenda é possível avaliar que não merece crédito.

Pesquisas eleitorais manipuladas à parte,um ponto a ser considerado na eleições deste ano é o uso disseminado da inteligência artificial (IA), quando caberá ao eleitor distinguir o falso do verdadeiro.

A Justiça eleitoral terá que estar atenta. A partir da manipulação com o uso da IA, o perfil de candidatos poderá ser desconstruído de forma anônima, com mentiras sendo espalhadas nas redes sociais.
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Advogado brilhante dá consulta no açougue
10/02/2026 | 17h11
Conta-se um caso ocorrido com Rui Barbosa que, se não for verdade, é muito bem
inventado.

Um dia, ele passava diante de um açougue próximo à sua casa, em Botafogo, no Rio de Janeiro, quando foi interpelado pelo proprietário.

O sujeito virou para Rui Barbosa e falou:
— Doutor Rui, por favor, posso lhe fazer uma consulta?

E Rui, prontamente:
— Pois não

E o açougueiro:
— Se um cachorro entra no meu açougue e come minha carne, quem é que deve pagar meu prejuízo?

— O dono do cachorro — responde prontamente o jurista baiano.
O açougueiro pondera:
— Pois então o senhor me deve o valor de um quilo de filé que os seu cachorro devorou esta manhã.

Rui Barbosa reage prontamente:
— E você me deve o correspondente a dez quilos de filé, que é o preço que cobro pela consulta. O que significa que eu tenho um crédito com você de nove quilos.
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Bancários de Campos botam o bloco nas ruas
09/02/2026 | 15h19
Tradicional bloco de carnaval do Sindicato dos Bancários de Campos, a Vaca Valiosa vai desfilar pelas ruas do centro da cidade na próxima quinta-feira.

Neste ano, o bloco realiza seu 16º desfile, contribuindo com os festejos aqui na cidade, da maior festa popular brasileira.

A concentração será a partir das 16h, na sede social do sindicato, com saída prevista para às 17h, com acompanhamento de bateria do grupo Batuque do Beira Rio.
O bloco da Vaca Valiosa surgiu a partir de uma ação realizada pelo sindicato durante um período de campanha salarial.
Indignados com o lucro dos banqueiros e a falta de diálogo para reajustes salariais, bancárias e bancários de Campos levaram uma estrutura em forma de vaca para dentro das agências.

A vaca foi construída para armazenar em suas “tetas”, cédulas de dinheiro que, com frases de impacto, eram distribuídas aos clientes nas agências, para que a população tomasse conhecimento da postura cruel dos banqueiros que “enchiam as tetas de dinheiro” às custas do trabalho árduo da categoria e ainda assim, se negavam a dar aumento.
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Wladimir deve lançar só dois candidatos à Assembleia Legislativa
08/02/2026 | 08h29
No grupo político liderado pelo prefeito Wladimir Garotinho os candidatos à Assembleia Legislativa (Alerj) para as eleições deste ano não devem ir além dos nomes de Bruno Duaire e Thiago Virgílio.

É verdade que a política é dinâmica. Mas o cenário que se apresenta é o de Wladimir não arriscar uma terceira candidatura. Fala-se no nome de Caio Vianna. Mas é só especulação.

Caio não tem ligações estreitas com o grupo liderado por Wladimir. Circunstancialmente apoiou a reeleição do prefeito em 2024. Mas não "chegou para perto", já disse o vereador Thiago Virgílio.

Thiago sustenta que um terceiro nome colocaria em risco a representação de Campos na Alerj. Ele diz mesmo que a pulverização do voto "pode fazer com que a gente não faça ninguém ou só faça um deputado".

Thiago, ao "Folha no Ar", já disse que nem ele nem Bruno Dauaire aceitam uma terceira candidatura à Alerj, pelo risco de não fazer ninguém ou fazer só um. "De repente, fazer só o Bruno", ilustra.
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Porto do Açu em disputa com Eike Batista por aluguel
04/02/2026 | 16h55
Uma briga inimaginável. Até pela motivação: aluguel. O Porto do Açu foi idealizado pelo empresário Eike Batista. Hoje é administrado pela Prumo Logística, controlada pela EIG e Mubadala. E os dois lados estão divergindo.

Com uma área de 130 km² localizada no Açu, o porto está em pé de guerra com Eike, que ocupa ainda uma fatia de 2,5% do local por meio da OSX, sua empresa de construção naval que passa pela segunda recuperação judicial.
À Folha de S.Paulo, Eugênio Figueiredo, que já trabalhou na holding de Eike, a EBX, e hoje é CEO do porto, disse que a OSX usa uma área do local sem pagar aluguel.

Segundo Figueiredo, o terreno é desperdiçado enquanto há planos de se construir no complexo um terminal voltado para a exportação de grãos, data centers e plantas de hidrogênio verde.

Consultada pelo jornal paulista, a empresa de Eike Batista disse que não vai se manifestar. A dívida, revela Eugênio Figueiredo, é em torno de R$ 2,5 bilhões.

Figueiredo admite que OSX não tem a menor condição de se reestruturar. "A receita da OSX é de R$ 70 milhões e eles devem R$ 9 bilhões, somando outros credores".

O executivo da Prumo considera que a empresa de Eike tinha que estar falida há muito tempo. "Mas, por questões jurídicas do Brasil, a situação vem se arrastando".
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Um cenário raro em Campos nos dias de hoje
03/02/2026 | 08h22
Essa varanda é típica da casa da vovó. É que tudo nela lembra o antigamente.
Falo de uma época em que tal conjunto (cadeiras e mesinha de ferro) que aparece na foto era cena comum em muitas residências.
Daí que as características da varanda desta casa, localizada na Rua Ipiranga, mexem com a memória.
O cenário faz lembrar os bons tempos em que certos espaços na casa da vovó eram assim. Desse jeitinho simples, mas acolhedor.
Não havia celular e a televisão não interferia no hábito de as pessoas conversarem.
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Por conta de quê, cara pálida?
02/02/2026 | 15h52

Assistindo uma entrevista feita pela escritora Martha Medeiros, na TV, com o jornalista Nelson Motta, ouvi dele a expressão “Melhor idade é o cacete! Isso é uma idiotice!”. Concordo.
De uns tempos para cá, a terceira idade, que se inicia aos 60 anos, para uns, passou a ser chamada de melhor idade. “Por conta de quê, cara pálida?”, indagaria o meu amigo Deo Braga.
O objetivo do termo “melhor idade”, na versão dos entendidos de modismo, é infantilizar, amenizar ou tornar a menção aos idosos como algo “politicamente correto”.
A prática do “politicamente correto”, por sinal, está um saco. É a censura nos costumes.
Sim, por que é que alguém, vivendo os seus 20 anos, gostaria de avançar no tempo para alcançar os 60 anos, e então desfrutar a “melhor idade”?
Sem me aprofundar no assunto, compartilho aqui a opinião de Nelson Motta, de quem sou fã — além de jornalista, ele é compositor (autor de muitos sucessos), escritor, roteirista e produtor musical dos bons.
— Melhor idade é o cacete! Isso é uma idiotice!
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Sobre o autor

Saulo Pessanha

saulopessanha@fmanha.com.br