Mulher acusada de matar a filha de um ano em Campos é condenada a 40 anos de prisão
A 1ª Promotoria de Justiça Criminal junto à 1ª Vara Criminal de Campos obteve na Justiça a condenação de Eva Beatriz Gomes Teixeira a 40 anos de prisão pelo homicídio da própria filha, de um ano e dois dias de vida. O julgamento ocorreu na segunda-feira (02), e o Conselho de Jurados acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).
O crime foi praticado em dezembro de 2023, no bairro Parque Novo Horizonte, em Campos. Eva foi condenada por homicídio qualificado, com as qualificadoras de emprego de meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, motivo fútil e por se tratar de crime cometido contra menor de 14 anos, ficando evidenciada a extrema vulnerabilidade da criança diante da superioridade física da agressora.
De acordo com a Promotoria, a bebê era vítima de agressões reiteradas dentro da residência da família. A denúncia do MPRJ descreve que a mãe teria se irritado com o choro da filha após a criança cair ao tentar ficar em pé sozinha. Em seguida, Eva arremessou a bebê contra o chão por duas vezes e passou a agredi-la em diversas partes do corpo.
Mesmo ciente da gravidade das lesões, a acusada não prestou socorro imediato, optando por medicar a filha de forma caseira. Apenas no dia seguinte, ao perceber que a respiração da criança estava lenta, a mãe decidiu levá-la ao Hospital Ferreira Machado. A bebê já chegou à unidade sem vida e com marcas evidentes de violência, o que levou a equipe médica a acionar a polícia.
Na sentença, a Justiça destacou que a violência foi praticada de forma continuada e consciente, resultando na morte de uma criança absolutamente indefesa. O regime inicial de cumprimento da pena será o fechado, e foi negado o direito de recorrer em liberdade.
A 1ª Promotoria de Justiça Criminal junto à 1ª Vara Criminal de Campos obteve na Justiça a condenação de Eva Beatriz Gomes Teixeira a 40 anos de prisão pelo homicídio da própria filha, de um ano e dois dias de vida. O julgamento ocorreu na segunda-feira (02), e o Conselho de Jurados acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).
O crime foi praticado em dezembro de 2023, no bairro Parque Novo Horizonte, em Campos. Eva foi condenada por homicídio qualificado, com as qualificadoras de emprego de meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, motivo fútil e por se tratar de crime cometido contra menor de 14 anos, ficando evidenciada a extrema vulnerabilidade da criança diante da superioridade física da agressora.
De acordo com a Promotoria, a bebê era vítima de agressões reiteradas dentro da residência da família. A denúncia do MPRJ descreve que a mãe teria se irritado com o choro da filha após a criança cair ao tentar ficar em pé sozinha. Em seguida, Eva arremessou a bebê contra o chão por duas vezes e passou a agredi-la em diversas partes do corpo.
Mesmo ciente da gravidade das lesões, a acusada não prestou socorro imediato, optando por medicar a filha de forma caseira. Apenas no dia seguinte, ao perceber que a respiração da criança estava lenta, a mãe decidiu levá-la ao Hospital Ferreira Machado. A bebê já chegou à unidade sem vida e com marcas evidentes de violência, o que levou a equipe médica a acionar a polícia.
Na sentença, a Justiça destacou que a violência foi praticada de forma continuada e consciente, resultando na morte de uma criança absolutamente indefesa. O regime inicial de cumprimento da pena será o fechado, e foi negado o direito de recorrer em liberdade.
Fonte: Ascom MPRJ